Depois do estudo do conto "Arroz do Céu", de José Rodrigues Miguéis, a nossa professora pediu-nos para escrevermos uma carta que a personagem do texto iria mandar a algum familiar ou amigo.
Aqui esta a carta que eu fiz:
Nova Iorque, 20 de Novembro de 2009
querido irmão,
já faz alguns anos que parti, a procura de uma vida melhor, contudo, sou um limpa-vias numa estação do subway, a vida com que eu tanto sonhava simplesmente ficou por um sonho.
O dinheiro é escasso, e por isso os meus filhos e a minha mulher tem de passar necessidades.
O meu trabalho como limpa-vias não compensa ser atropelado por um comboio.
Vivemos num casebre, os nove, quase todos os dias comemos arroz não sei de onde vem mas também não me interessa, só sei que mata a fome a minha família.
E tu? Como estas? Olha não te esqueças de mim, quando puderes dá novidades.
Até um dia,
Manuel
Aqui esta a carta que eu fiz:
Nova Iorque, 20 de Novembro de 2009
querido irmão,
já faz alguns anos que parti, a procura de uma vida melhor, contudo, sou um limpa-vias numa estação do subway, a vida com que eu tanto sonhava simplesmente ficou por um sonho.
O dinheiro é escasso, e por isso os meus filhos e a minha mulher tem de passar necessidades.
O meu trabalho como limpa-vias não compensa ser atropelado por um comboio.
Vivemos num casebre, os nove, quase todos os dias comemos arroz não sei de onde vem mas também não me interessa, só sei que mata a fome a minha família.
E tu? Como estas? Olha não te esqueças de mim, quando puderes dá novidades.
Até um dia,
Manuel
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